Quando quatro núcleos não bastam: Core i7-980X Extreme Edition

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A Intel anunciou seu mais recente processador da linha Extreme Edition, o Core i7-980X. Tal como a família de processadores Clarkdale, também recente, o i7-980X (codinome Gulftown) traz as tecnologias da Intel chamadas deTurbo Boost e Hyperthreading, e também é construído no processo de 32 nanômetros.

O diferencial do i7-980X é a quantidade de núcleos que ele traz. Este é o primeiro processador da fabricante com seis núcleos físicos. Essencialmente, ele deve substituir o Core i7-975 Extreme Edition, de 45 nanômetros. O i7-975 ainda estará disponível, mas o novo processador será vendido pelo mesmo preço: 999 dólares. É curioso, pois parece uma promoção: seis núcleos pelo preço de quatro.

Mas, na realidade, quanto processamento adicional esses dois núcleos podem oferecer?

À primeira vista, o Core i7-975 e o Core i7-980X são idênticos. Ambos trabalham na  velocidade de 3,33GHz, são projetados em um TDP (Thermal Design Power) para dissipar 130 watts e oferecem suporte a memória padrão DDR3-1066. Mas dois núcleos a mais significam que o i7-980X pode processar 12 instruções ao mesmo tempo, contra oito instruções do i7-975.

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/reviews/2010/03/17/quando-quatro-nucleos-nao-bastam-core-i7-980x-extreme-edition/

Intel investiga venda de chip Core i7 falso

Categoria : Notícias

A Intel reconheceu na segunda-feira (8/03) que pelo menos uma versão falsificada do processador Core i7-920 está no mercado norte-americano e disse que está tentando identificar outras cópias piratas de seu chip.

Na sexta-feira (5/03), o site de hardware HardOCP relatou que um dos membros de seu fórum recebeu um processador pirata da Newegg, uma loja online de computadores e componentes. No lugar de um processador, ele recebeu um chip falso e um molde plástico de um cooler.

O processador falso acompanhava um manual de instruções com páginas em branco. Além disso, um adesivo na parte de fora da caixa continha a palavra “socket” escrita de maneira errada (“sochet”). Outras palavras também estavam incorretas, sinalizando que o conteúdo não era genuíno.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/negocios/2010/03/08/venda-de-chip-core-i7-falso-e-investigada-pela-intel/