Perito revela fragilidades do Facebook

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Desde que entraram em vigor, as novas regras de segurança do Facebook têm vindo a ser criticadas. Parte dos utilizadores não percebe como tirar o melhor partido das funcionalidades, e acaba por deixar exposta na Internet a informação que pretende manter privada.

Ron Bowles, um perito em segurança informática, anunciou na passada semana, ter recolhido e publicado num site uma lista com dados pessoais de 100 mil utilizadores da rede social, numa acção que chamou de “ataque ético”, com o objectivo de trazer a público as fragilidades da rede social.

A acção “reforça o argumento para que haja um maior nível de privacidade, e prova a necessidade de uma configuração original (dos dados) mais exclusiva”, sublinha Bowles, citado pela imprensa internacional. O revés da acção é que a lista já anda a circular na web, e só no Pirate Bay um milhar de utilizadores teve acesso aos dados; que não englobam endereços de e-mails ou números de telefone.

Apesar do programador ter sido o primeiro a fazer a compilação deste dados, os responsáveis pelo Faceboock tinham já anteriormente sido alertados para essa possibilidade.

Simon Davies, da ONG Privacy Internacional, em declarações à BBC, frisou que a lista foi feita graças “à confusão em torno das configurações de privacidade” e que o Facebook deveria ter antecipado esta acção e tomado medidas para a prevenir.

Em comunicado, o Facebook assegura que nenhuma informação privada ficou disponível ou foi comprometida. Além disso, frisa que os dados estavam disponíveis antes do anúncio de Bowles num directório que recolhe os utilizadores cujo perfil está aberto, nem que seja parcialmente.

Fobte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=1632783

Campanha estimula abandono do Facebook

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Depois dos problemas de privacidade enfrentados pelo Facebook, a rede social parece que consquistou a antipatia de muitos usuários. Mesmo após as tentativas divulgadas pelo criador da rede social, Mark Zuckerberg, de melhorar o controle de privacidade, os internautas ainda não ficaram satisfeitos. Como resposta, criaram uma movimentação online a favor do cancelamento de contas do Facebook. O chamado “QuitFacebookDay” (“Dia de Abandonar o Facebook”, em tradução livre), está marcado para essa segunda-feira, 31/05, e conta com o apoio de mais de 27 mil pessoas.

campanha estimula usuários da rede social a participar de um cancelamento coletivo de contas. No site do “QuitFacebookDay”, os internautas responsáveis pela idéia explicam que consideram as escolhas de planejamento de privacidade do site pouco justas e complicadas de serem programadas por um usuário médio.

O número de pessoas que se comprometeram a abandonar os serviços do site ainda é baixo quando comparado aos 500 milhões de usuários do Facebook. Entretanto, a ação demonstra o descontentamento dos usuários em relação ao site que, nas últimas semanas ,enfrentou os piores problemas de privacidade desde a criação da rede social, em 2004.

Como tentativa de superar a má fase, Zuckerberg apresentou na semana passada as novas regras de privacidade de dados dos usuários do Facebook. As modificações acontecem logo após as alterações recentes que apenas agravaram mais o processo.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/digital_news/noticia.php?id_conteudo=12068

Facebook é alvo em suspeita por privacidade

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SÃO PAULO – Órgãos regulatórios e ativistas estão questionando as políticas de privacidade em relação a usuários de sites de redes sociais como YouTube e Google, e, principalmente, do gigante Facebook, ao que tudo indica, o principal alvo.

Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook

Maior rede social do mundo, com cerca de 400 milhões de usuários em apenas cinco anos de vida, o Facebook vem sendo questionado na Europa e nos Estados Unidos por abrir os seus dados ao público em geral.

Já no fim de 2009, a empresa promoveu mudanças que escancararam ainda mais informações sobre os seus usuários, disponíveis ao público em geral. No mês passado, o Facebook anunciou os seus planos de compartilhamento automático de informações sobre seus usuários com outros sites.

Acredita-se que a empresa ainda não seja um alvo declarado por parte de legisladores pelo fato de sua política de deixar nas mãos dos seus usuários o controle sobre os dados. O internauta que posta qualquer conteúdo novo tem a opção de decidir se deseja abrir o acesso a uma pessoa, um grupo ou mesmo por toda a web.

A estratégia do Facebook de tornar os dados pessoais acessíveis ao público em geral tem por objetivo melhorar a sua capacidade de dirigir publicidade personalizada aos seus usuários.

Mas o Facebook e as demais redes sociais devem enfrentar, em breve, ações regulatórias mais severas, na Europa e nos Estados Unidos, seus principais mercados.

Viviane Reding, comissária de Sociedade da Informação da União Europeia, ameaçou intervir nesses sites, por meio de projetos de lei, caso eles não dêem a devida atenção à manutenção da privacidade dos seus usuários menores de idade.

Marcação igualmente pesada vem sendo realizada pelos norte-americanos. Pamela Jones Harbour, comissária da Comissão Federal do Comércio, criticou recentemente os sites de redes sociais por não fazerem o suficiente para proteger os seus usuários.

Em resposta, Tim Spaparani, diretor de política pública do Facebook em Washington (EUA), afirmou não haver muitos indícios de que o seu site esteja causando transtornos ao permitir que as pessoas compartilhem informações pessoais online.

O diretor de política pública do Facebook na Europa, Richard Allen, manifestou preocupação com a possibilidade de que novas leis inibam o desenvolvimento de tecnologias.

“Regulamentação excessivamente detalhada pode se desatualizar muito rapidamente e sem atingir os objetivos das autoridades. E o preço que se paga é a perda de inovação”, afirma.

Na melhor política da boa vizinhança, visando afastar eventuais medidas regulatórias mais intensas, o Facebook reforçou sua presença de lobby na Europa, contratando novos funcionários para esse fim, na França e na Alemanha. A ideia é poder enfrentar o esperado aumento no número de ações de autoridades dos EUA e da União Europeia.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/internet/facebook-e-alvo-em-suspeita-por-privacidade-19042010-30.shl

Usuários desaprovam mudanças de privacidade no Facebook

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Os usuários do Facebook estão muito sensíveis em relação à privacidade online, de acordo com pesquisa recentemente publicada pela companhia de segurança de TI Sophos.

Os resultados da pesquisa mostram que usuários em todo o mundo não estão felizes com as mudanças que o Facebook planeja implantar em suas políticas de privacidade.

Mudanças controversas
A maioria dos usuários da rede social (95%) julga que as mudanças de privacidade são “uma coisa ruim”, segundo o estudo conduzido em 680 visitantes do site e da página do Facebook mantidos pela Sophos.

Uma pequena parcela dos usuários (3%) não sabe exatamente o que são as mudanças propostas e apenas 2% concordam em apoiar a mudança.

Acesso a informações pessoais
De acordo com a Sophos, os usuários que visitam um site depois de terem se identificado no Facebook estão divulgando suas informações pessoais para aquele website, incluindo foto de perfil, lista de amigos e conexões e até mesmo o nome de usuário.

Esse compartilhamento de informação não é bem visto pela maioria dos usuários, mas o Facebook afirma que apenas  poucas páginas pré-aprovadas poderão utilizar o recurso. A rede social também permitirá que a função seja desabilitada.

“Os resultados dessa pesquisa deixam uma mensagem clara para o Facebook: seus usuários não estão felizes. A maior parte dos usuários ainda não sabe como ajustar as configurações de privacidade de modo seguro e acha que o sistema é muito confuso e complexo”, afirmou o consultor sênior de tecnologia da Sophos, Graham Cluley.

“A solução não é permitir aos usuários ‘sair’ do recurso, mas sim ‘optar por usá-lo’, dando uma opção consciente para ativá-lo ao invés de ter que fazer uma decisão consciente para desativá-lo”, completou Cluley.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/04/08/usuarios-desaprovam-mudancas-de-privacidade-no-facebook/

Site acusa dono do Facebook de ler e-mails privados e invadir concorrentes

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Depois de dezenas de imbróglios relativos à privacidade, novamente o site de relacionamentos Facebook se vê em outra polêmica relativa aos métodos operacionais.
Nesta vez, contudo, as acusações do site de tecnologia Silicon Alley Insider, publicadas na sexta-feira (5), são mais graves: em uma extensa reportagem investigativa, o site aponta que, em pelo menos uma ocasião no ano de 2004, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, teria invadido contas de membros do Facebook a fim de ler suas mensagens privadas e e-mails, algo que, “na melhor das hipóteses, [é] um grave desvio de informações confidenciais”.

Depois de dezenas de imbróglios relativos à privacidade, novamente o site de relacionamentos Facebook se vê em outra polêmica relativa aos métodos operacionais.
Nesta vez, contudo, as acusações do site de tecnologia Silicon Alley Insider, publicadas na sexta-feira (5), são mais graves: em uma extensa reportagem investigativa, o site aponta que, em pelo menos uma ocasião no ano de 2004, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, teria invadido contas de membros do Facebook a fim de ler suas mensagens privadas e e-mails, algo que, “na melhor das hipóteses, [é] um grave desvio de informações confidenciais”.

As investigações do Sillicon Alley Insider apontam ainda que Mark invadiu sistemas de uma empresa concorrente para roubar informações que melhorassem o Facebook.

Outra menção feita na reportagem é ao brasileiro Eduardo Saverin, que iniciou o site como sócio –pagando os servidores do site– e “confidente” de Zuckerberg. O site reproduz uma mensagem em que Zuckerberg, momentos antes de lançar o Facebook, recebe um convite para desenvolver um trabalho para uma rede chamada HarvardConnection.

Segundo o site, Zuckerberg teria retardado o processo e iniciado o Facebook –até hoje, Zuckerberg tem um processo de plágio aberto pelos donos da HarvardConnection, que fizeram a acusação apenas seis dias após o lançamento daquela que vem a ser a maior rede social do mundo.

A reportagem afirma ainda que Mark também teria invadido contas de e-mail de editores do jornal universitário de Harvard, o “Crimson”, por intermédio de senhas erradas digitadas no Facebook. A invasão ocorreu porque o jornal teria decidido publicar a história do HarvardConnection.

A maior rede social do mundo tem mais de 400 milhões de usuários no mundo.

Roubos e trapaças?

Inicialmente lançado em Harvard, o Facebook logo angariou grande popularidade –a ponto de não ter que se preocupar com a concorrência de outra rede ali lançada, a já extinta ConnectU, cujos fundadores acusam Zuckerberg de ter roubado suas ideias.

Entretanto, o site define Zuckerberg como “obcecado” pelo ConnectU, a ponto de ter invadido a rede social e feito modificações em perfis de usuários –incluindo o perfil de um dos donos do site. Aparentemente, a falha explorada referia-se a uma verificação de conta com o uso de um e-mail falso.

Zuckerberg teria, então, modificado configurações de privacidade para invisível nas contas de alguns usuários do site –a ideia, aparentemente, era tornar mais difícil o encontro de amigos no ConnectU, reduzindo, desta forma, a sua utilidade.

“Mark parece ter ido um pouco mais longe, com a desativação completa de cerca de 20 contas ConnectU”, diz o Sillicon Alley Insider. “Mark parecia estar preocupado com o risco de suas ações, mas deduziu que os desenvolvedores ConnectU não notariam uma sucessão de desativações de conta provenientes do mesmo endereço IP.”

Não está claro, entretanto, como Zuckerberg teve acesso a estas contas e, ao que tudo indica, ele manteve acesso aos servidores do ConnectU por um tempo.

Questionado, o Facebook respondeu que “não vai debater com litigantes insatisfeitos e fontes anônimas que tentam reescrever a história inicial do Facebook, de Mark Zuckerberg ou constranger com alegações datadas. O fato inquestionável é que, desde que saiu de Harvard para o Vale do Silício há quase seis anos, Mark levou o crescimento do Facebook para um serviço global que desempenha um papel importante na vida de mais de 400 milhões de pessoas.”

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u704116.shtml