Designer que alega ser dono de 84% do Facebook teria razão?

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Recentemente, o polêmico Mark Zuckerberg se envolveu em mais um processo, dessa vez de um designer de Nova York que alega ser dono de 84% do Facebook, o que levou um juiz a pedir restrição temporária da transferências de ativos da empresa.

Em declarações à agência de notícias Bloomberg, os advogados da rede social disseram não terem certeza sobre a data da assinatura do contrato entre Zuckerberg e Ceglia, o designer, e mesmo que o acordo venha a ser comprovado, após sete anos o caso já prescreveu. Eles defendem ainda que se o contrato foi assinado meses antes de ter sido criado e registrado o domínio do Facebook, isso não dá ao designer nenhum direito sobre o seu capital.

Com mais de 500 milhôes de usuários, o Facebook foi avaliado pela “Sharepost.com” em mais de 24,6 milhões de dólares e pelo visto, Ceglia está longe de conseguir colocar a mão numa fatia desse bolo.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/mobilidade/celulares-verdes-sao-uma-alternativa-para-diminuicao-do-lixo-eletronico/12946

Homem alega ter direito a 84% do Facebook

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Mais um caso envolvendo problemas de propriedade do Facebook. De acordo com o Wall Street Journal, dessa vez a história é a de um homem de Nova York que alega ter direito a 84% da rede social.

Paul D. Ceglia entrou com uma ação na justiça no dia 30 de junho, dizendo que em um contrato assinado em 2003 pelo fundador e presidente-executivo Mark Zuckerberg para o desenvolvimento e design do site, ele receberia uma taxa de  US $ 1.000 e uma fatia inicial de 50% do produto.

O jornal que conferiu uma cópia do contrato disse que as acusações feitas por Paul entram em conflito com a data de criação da rede social, já que Zuckerberg não tinha registrado o domínio do thefacebook.com até janeiro de 2004.

Em 2009, Paul D. Ceglia já tinha se envolvido com a justiça, mas dessa vez por uma acusação de fraude aos clientes de sua empresa de combustível a lenha. De acordo com a procuradoria de Nova York, o caso que ainda está ativo diz que  Paul pegou mais de US$ 200.00 doláres dos consumidores, mas não conseguiu entregar todos os produtos ou restituí-los.

Diante do caso que deverá ser levado à Corte Federal, um juiz de Nova York emitiu uma ordem de restrição temporária  da transferência de ativos do  Facebook.  Em declaração ao WSJ, um porta-voz da empresa disse que ela combaterá vigorosamente as falsas acusações.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/mobilidade/celulares-verdes-sao-uma-alternativa-para-diminuicao-do-lixo-eletronico/12754

Facebook é alvo em suspeita por privacidade

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SÃO PAULO – Órgãos regulatórios e ativistas estão questionando as políticas de privacidade em relação a usuários de sites de redes sociais como YouTube e Google, e, principalmente, do gigante Facebook, ao que tudo indica, o principal alvo.

Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook

Maior rede social do mundo, com cerca de 400 milhões de usuários em apenas cinco anos de vida, o Facebook vem sendo questionado na Europa e nos Estados Unidos por abrir os seus dados ao público em geral.

Já no fim de 2009, a empresa promoveu mudanças que escancararam ainda mais informações sobre os seus usuários, disponíveis ao público em geral. No mês passado, o Facebook anunciou os seus planos de compartilhamento automático de informações sobre seus usuários com outros sites.

Acredita-se que a empresa ainda não seja um alvo declarado por parte de legisladores pelo fato de sua política de deixar nas mãos dos seus usuários o controle sobre os dados. O internauta que posta qualquer conteúdo novo tem a opção de decidir se deseja abrir o acesso a uma pessoa, um grupo ou mesmo por toda a web.

A estratégia do Facebook de tornar os dados pessoais acessíveis ao público em geral tem por objetivo melhorar a sua capacidade de dirigir publicidade personalizada aos seus usuários.

Mas o Facebook e as demais redes sociais devem enfrentar, em breve, ações regulatórias mais severas, na Europa e nos Estados Unidos, seus principais mercados.

Viviane Reding, comissária de Sociedade da Informação da União Europeia, ameaçou intervir nesses sites, por meio de projetos de lei, caso eles não dêem a devida atenção à manutenção da privacidade dos seus usuários menores de idade.

Marcação igualmente pesada vem sendo realizada pelos norte-americanos. Pamela Jones Harbour, comissária da Comissão Federal do Comércio, criticou recentemente os sites de redes sociais por não fazerem o suficiente para proteger os seus usuários.

Em resposta, Tim Spaparani, diretor de política pública do Facebook em Washington (EUA), afirmou não haver muitos indícios de que o seu site esteja causando transtornos ao permitir que as pessoas compartilhem informações pessoais online.

O diretor de política pública do Facebook na Europa, Richard Allen, manifestou preocupação com a possibilidade de que novas leis inibam o desenvolvimento de tecnologias.

“Regulamentação excessivamente detalhada pode se desatualizar muito rapidamente e sem atingir os objetivos das autoridades. E o preço que se paga é a perda de inovação”, afirma.

Na melhor política da boa vizinhança, visando afastar eventuais medidas regulatórias mais intensas, o Facebook reforçou sua presença de lobby na Europa, contratando novos funcionários para esse fim, na França e na Alemanha. A ideia é poder enfrentar o esperado aumento no número de ações de autoridades dos EUA e da União Europeia.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/internet/facebook-e-alvo-em-suspeita-por-privacidade-19042010-30.shl

Site acusa dono do Facebook de ler e-mails privados e invadir concorrentes

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Depois de dezenas de imbróglios relativos à privacidade, novamente o site de relacionamentos Facebook se vê em outra polêmica relativa aos métodos operacionais.
Nesta vez, contudo, as acusações do site de tecnologia Silicon Alley Insider, publicadas na sexta-feira (5), são mais graves: em uma extensa reportagem investigativa, o site aponta que, em pelo menos uma ocasião no ano de 2004, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, teria invadido contas de membros do Facebook a fim de ler suas mensagens privadas e e-mails, algo que, “na melhor das hipóteses, [é] um grave desvio de informações confidenciais”.

Depois de dezenas de imbróglios relativos à privacidade, novamente o site de relacionamentos Facebook se vê em outra polêmica relativa aos métodos operacionais.
Nesta vez, contudo, as acusações do site de tecnologia Silicon Alley Insider, publicadas na sexta-feira (5), são mais graves: em uma extensa reportagem investigativa, o site aponta que, em pelo menos uma ocasião no ano de 2004, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, teria invadido contas de membros do Facebook a fim de ler suas mensagens privadas e e-mails, algo que, “na melhor das hipóteses, [é] um grave desvio de informações confidenciais”.

As investigações do Sillicon Alley Insider apontam ainda que Mark invadiu sistemas de uma empresa concorrente para roubar informações que melhorassem o Facebook.

Outra menção feita na reportagem é ao brasileiro Eduardo Saverin, que iniciou o site como sócio –pagando os servidores do site– e “confidente” de Zuckerberg. O site reproduz uma mensagem em que Zuckerberg, momentos antes de lançar o Facebook, recebe um convite para desenvolver um trabalho para uma rede chamada HarvardConnection.

Segundo o site, Zuckerberg teria retardado o processo e iniciado o Facebook –até hoje, Zuckerberg tem um processo de plágio aberto pelos donos da HarvardConnection, que fizeram a acusação apenas seis dias após o lançamento daquela que vem a ser a maior rede social do mundo.

A reportagem afirma ainda que Mark também teria invadido contas de e-mail de editores do jornal universitário de Harvard, o “Crimson”, por intermédio de senhas erradas digitadas no Facebook. A invasão ocorreu porque o jornal teria decidido publicar a história do HarvardConnection.

A maior rede social do mundo tem mais de 400 milhões de usuários no mundo.

Roubos e trapaças?

Inicialmente lançado em Harvard, o Facebook logo angariou grande popularidade –a ponto de não ter que se preocupar com a concorrência de outra rede ali lançada, a já extinta ConnectU, cujos fundadores acusam Zuckerberg de ter roubado suas ideias.

Entretanto, o site define Zuckerberg como “obcecado” pelo ConnectU, a ponto de ter invadido a rede social e feito modificações em perfis de usuários –incluindo o perfil de um dos donos do site. Aparentemente, a falha explorada referia-se a uma verificação de conta com o uso de um e-mail falso.

Zuckerberg teria, então, modificado configurações de privacidade para invisível nas contas de alguns usuários do site –a ideia, aparentemente, era tornar mais difícil o encontro de amigos no ConnectU, reduzindo, desta forma, a sua utilidade.

“Mark parece ter ido um pouco mais longe, com a desativação completa de cerca de 20 contas ConnectU”, diz o Sillicon Alley Insider. “Mark parecia estar preocupado com o risco de suas ações, mas deduziu que os desenvolvedores ConnectU não notariam uma sucessão de desativações de conta provenientes do mesmo endereço IP.”

Não está claro, entretanto, como Zuckerberg teve acesso a estas contas e, ao que tudo indica, ele manteve acesso aos servidores do ConnectU por um tempo.

Questionado, o Facebook respondeu que “não vai debater com litigantes insatisfeitos e fontes anônimas que tentam reescrever a história inicial do Facebook, de Mark Zuckerberg ou constranger com alegações datadas. O fato inquestionável é que, desde que saiu de Harvard para o Vale do Silício há quase seis anos, Mark levou o crescimento do Facebook para um serviço global que desempenha um papel importante na vida de mais de 400 milhões de pessoas.”

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u704116.shtml