A força aérea norte-americana tem investido no desenvolvimento de robôs que se assemelham a pequenos pássaros, morcegos ou insetos. O invento mostrado na imagem acima, por exemplo, é uma pequena libélula robótica que, equipada com câmeras minúsculas, poderia filmar as atividades de grupos inimigos sem que fosse percebida.

Anteriormente, as forças armadas dos EUA chegaram a modificar insetos comuns para que eles pudessem receber sistemas mecânicos em seus corpos. Dessa forma, esses “ciborgues” passavam a ter seus movimentos controlados remotamente pelas forças armadas. A desvantagem desse método era o fato de que as pequenas criaturas morriam muito rapidamente.

Agora, com as pesquisas lideradas pela Base Aérea Wright-Patterson, engenheiros e cientistas têm reproduzido, com o máximo de perfeição, o movimento natural dos animais alados. Isso faz com que esse importante equipamento de espionagem passe despercebido e não seja facilmente reconhecido a olho nu.

Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/robotica/noticias/0,,OI5454382-EI18825,00.html