Jesse Eisemberg é um possível indicado ao Oscar de melhor ator divulgação

Apesar de se chamar A Rede Social, o filme que chega hoje ao Brasil não narra apenas a história da criação do Facebook, o maior dos sites de relacionamento, com mais de 500 milhões de usuários. Trata também de como um estudante, Mark Zuckerberg, tornou-se bilionário aos 25 anos.

Zuckerberg é um amontoado de adjetivos. É genial, mas ao mesmo tempo retratado como arrogante, vingativo e trapaceiro. Não à toa, o dono do Facebook não gostou do roteiro. “Há muitas coisas erradas”, afirmou.

Depois de invadir o banco de dados da universidade de Harvard, Zuckerberg recebe a ideia do que viria a ser o site de relacionamento pelas mãos dos gêmeos Tyler e Cameron Winklevoss (interpretados por Armie Hammer), membros de uma fraternidade em Harvard. A dupla queria um espaço onde pessoas criassem páginas e pudessem se relacionar.

Sob a direção de David Fincher, de Clube da Luta e O Curioso Caso de Benjamin Button, Jesse Eisemberg é quem interpreta o criador do site que hoje vale US$ 30 bilhões. O ator dá vida a um jovem que quase não muda de expressão e tom de voz, subestima a inteligência de todos e não hesita em passar por cima de quem esteja em seu caminho.

O brasileiro Eduardo Saverin, melhor amigo de Mark e que financia a criação do Facebook, é vivido por Andrew Garfield, que vai interpretar o Homem-Aranha na nova saga do super-herói. Justin Timberlake interpreta um dos criadores do Napster.

Baseado no livro Bilionários por Acaso – A Criação do Facebook, de Ben Mezrich, o filme narra a concepção do site e as brigas judiciais que vieram a seguir. Tudo em diálogos rápidos, no melhor estilo de Fincher. Faz sentido, para um site que, nos bastidores, tornou-se um clube da luta.

Fonte: http://www.destakjornal.com.br/readContent.aspx?id=17,81171