O vídeo incide sobre as principais reclamações que, pelo menos este grupo de utilizadores, detectou durante a utilização da alternativa gratuita ao Office e que acabaram por motivar o regresso à suite de produtividade da fabricante do Windows.

Os testemunhos que se sucedem no vídeo incidem sobretudo em experiências profissionais. Dão nota do longo tempo de adaptação dos utilizadores ao OpenOffice.org, das incertezas em relação à formatação de documentos e da fraca interoperabilidade com outros formatos e dos impactos negativos gerados na produtividade da organização.

A questão dos custos associados a um e a outro produto também é focada no filme, sendo, aliás, o tema que encerra a peça de comunicação. Um dos testemunhos frisa o que a Microsoft já defendeu em vários confrontos com o software livre: o argumento dos custos é pouco linear como forma de distinguir os dois tipos de produtos. Refere um dos testemunhos recolhidos para o vídeo, que o suporte, normalização e compatibilidade são elementos chave a considerar numa comparação de custos.

Testemunhos apresentados, e antecipando já o fim da história, surge o logótipo do Office 2010, a mais recente versão da suite de produtividade da empresa.

Fonte: http://tek.sapo.pt/multimedia/microsoft_mostra_insatisfeitos_com_o_openoffi_1098724.html