Quem circulou pelas ruas de Los Angeles e San Francisco recentemente pode ter visto um carro Toyota Prius com um cilindro de metal esquisito no teto. Mais difícil de notar era o fato de que a pessoa ao volante não estava dirigindo.

O carro é um projeto do Google, que vinha trabalhando em segredo para criar veículos que andam sozinhos. Os carros usam um software de inteligência artificial que percebe qualquer objeto perto do veículo e reproduz decisões tomadas por um humano.

Os carros são monitorados por dois funcionários do Google. Um fica no banco do motorista, mas só dirige em caso de emergências. O segundo técnico fica no banco de passageiros, controlando o software de navegação. Sete carros do Google já andaram mais de 1,6 mil quilômetros sem intervenção humana e mais de 220 mil quilômetros com intervenção humana moderada.

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