Na última quinta-feira (08/12), uma reportagem da revista Fortune fez a pergunta: “E se Bill Gates voltasse para a Microsoft?”. No texto, o repórter Alex Konrad especula tal movimentação e ainda aponta outros casos parecidos, como a volta do executivo Howard Schultz para a Starbucks; ou mesmo de Michael Dell para a empresa que leva seu nome; ou Steve Jobs para a Apple; ou Larry Page para o Google… a lista é imensa.

Os rumores sobre a volta de Gates são frequentes – a própria reportagem da Fortune aponta que ele já negou uma recolocação na empresa em 2010 e, novamente, em junho deste ano. A presença de Bill Gates de forma mais efetiva, segundo o repórter, seria uma oportunidade de valorização das ações da empresa, que apresentam uma queda frequente desde a entrada de Steve Ballmer. Ao final de 1999, as ações da Microsoft custavam cerca de US$ 60, e bastou Ballmer assumir o posto máximo para que elas passassem a custar cerca de US$ 50. Em 2008, atingiram seu nível mais crítico – abaixo de US$ 20, e se mantêm um pouco acima desse patamar até os dias de hoje.

A história parece interessante e faz sentido? Pois é, mas, na prática, Larry Cohen, chefe do RH da Microsoft, disse que tudo não passa de uma pergunta feita pelo repórter em sua matéria e interpretada como verdade por parte do público. O chefe do RH garantiu para Ina Fried, colunista do site All Things D e jornalista especializada na cobertura da Microsoft durante uma década na Cnet, que nada disso é verdade.

No entanto, Gates nunca se desligou da Microsoft. Ele continua desenvolvendo projetos para a Bill & Melinda Gates Foundation, criada pelo casal para pesquisar e trazer desenvolvimentos para as áreas de saúde, desenvolvimento social e educação.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/bill-gates-de-volta-a-microsoft